Os 11 livros mais vendidos de Maio de 2014 [05/2014]

maisvendidos052014

Quase um ano depois volto a escrever sobre os livros mais vendidos do mês, quero aproveitar para informar que os dados são retirados de sites oficiais que fazem essa analise, eu particularmente gosto de fazer um mix entre os dados apresentados em ambos, porem adaptando o conteúdo para o gênero apresentado no blog em si. Claro que vou continuar falando minha opinião (relevante? rs) sobre os livros que eu li e o que conheço sobre os que eu não li, que são muitos nessa edição por exemplo. Continuar a ler

Resenha: As Vantagens de Ser Invisível

As vantagens de ser invisível

Autor: Stephen Chbosky

Editora: Rocco
Gênero: Literatura Infanto-Juvenil/Literatura Juvenil
Edição: 01/2007
Páginas: 223


Sinopse
Cartas mais íntimas que um diário, estranhamente únicas, hilárias e devastadoras – são apenas através delas que Charlie compartilha todo o seu mundinho com o leitor. Enveredando pelo universo dos primeiros encontros, dramas familiares, novos amigos, sexo, drogas e daquela música perfeita que nos faz sentir infinito, o roteirista Stephen Chbosky lança luz sobre o amadurecimento no ambiente da escola, um local por vezes opressor e sinônimo de ameaça. Uma leitura que deixa visível os problemas e crises próprios da juventude.

Clique em Leia Mais para ver a Resenha ^^

Resenha
 Tenho que confessar que até final do ano passado nunca havia sequer ouvido falar de As vantagens de ser invisível, apesar de ele ocupar as prateleiras das livrarias brasileiras desde 2007. Mas foi com o anúncio da apaptação cinematográfica com um elenco que eu adoro que pude conhecer Charlie. E foi uma espetacular surpresa. A obra do norte-americano Stephen Chbosky (Que também é roteirista, produtor e diretor de cinema) é apaixonante desde a primeira linha. Sem exagero algum, o “Querido amigo” que nos introduz ao mundo de Charlie já nos mostra também o quão próximos nos tornamos do protagonista, ele se torna real e tenha certeza que se despedir dele mais tarde não será nada fácil. 
“Então, esta é minha vida. E quero que você saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim.”
 O livro todo é dividido por cartas escritas por Charlie a um destinário desconhecido e é através delas que conhecemos Charlie, um garoto de 15 anos que sente imensa saudade do seu único amigo, Michael, que se suicidou. Charlie então é entrementes uma pessoa triste, que está descobrindo e tentando entender o mundo, mas que aparenmente não se encaixa em lugar algum. Vive com seus pais e dois irmãos bem diferentes dele e tem uma visão do mundo bem peculiar e ingênua, um entre os milhões de fatos que me fizeram amar o livro.
“- Eu odeio você.

Minha irmã disse isso de uma forma diferente da que falou com meu pai. Ela quis dizer isso pra mim. Quis mesmo.

– Eu te amo – foi o que consegui responder.”
 A trama se passa entre os anos 1991 e 1992, e é nesse período que nosso protagonista conhece Patrick, que apesar de ser tratado como  um Nada por uma parte do colégio, é a atração de todas as festas do colégio com sua excentricidade e seu divertidíssimo humor  e que ao ser defendido por Charlie em uma briga, acaba tornando-o seu grande amigo. E é nesse ponto que somos apresentados à Sam que é a melhor amiga de Patrick e que assim como seu amigo, vê em Charlie uma pessoa maravilhsa.
“Sam me olhou com doçura. E me abraçou. E eu fechei os olhos, porque só queria sentir os seus braços. E ela me deu um beijo na testa e sussurrou para que ninguém mais ouvisse: “Eu te amo.”
Eu sabia que ela queria dizer no sentido de amizade, mas não me preocupei, porque tinha sido a terceira vez desde que tia Helen morreu que eu ouvia isso de alguém. As outras duas vezes foram da minha mãe.”
 Os três então se tornam esse trio inseparável e infinito (Você vai se deparar muito com esse termo durante a leitura e é… Emocionante!) e apesar de não serem os populares do colégio, vivem suas aventuras, suas paixões e seus receios com uma autenticidade que é belissíma. A amizade fortalecida por esse trio é uma das coisas mais incríveis que já encontrei na literatura, a importância que cada um tem para o outro e a forma como cada um expressa isso sem qualquer vergonha ou medo é insuperável. 

“Sam começou a rir. Patrick começou a rir. Eu comecei a rir. E naquele momento, eu seria capaz de jurar que éramos infinitos”
 Charlie então encontra essa nova perspectiva da vida, com esses dois novos amigos que o farão entender muitas coisas e a questionar tantas outras. Além de outras personagens que também são únicas, como o professor de inglês, Bill, que se torna o grande confidente de Charlie e que o mostra a um novo mundo através dos livros e que o encoraja a entrar nesse grandioso mundo que o aguarda. E sua falecida tia Helen. Charlie não é um garoto qualquer, a um primeiro olhar ele poderia ser visto como uma desajeitado, alguém a que se queira distância, um excluído. Mas conhecendo as suas cartas, seus pensamentos e principalmente seus sentimentos, você verá que Charlie é exatamente a pessoa a que se quer por perto: Um amigo legal, sincero e que quer lhe fazer feliz mais do que a si próprio.

“Eu leio um livro, e eu penso que sou as pessoas naquele livro (…) não sei se isso é bom ou ruim. De qualquer maneira estou tentando participar.”
As vantagens de ser invisível trás ainda uma soundtrack impecável, e não vou falar aqui sobre a cena em si para não dar nenhum spoiler, mas é mais um dos incríveis momentos que me emocionaram e que me fizeram reler para tentar reviver a sensação maravilhosa que tive ao ler pela primeira vez e da saudade angustiante que senti ao ler a última página. Que final! QUE FINAL!
Don’t feel bad for me
I want you to know
Deep in the cell of my heart
I will feel so glad to go

E claro, aqui fica o trailer da adpatação para o cinema que chega aqui no Brasil no início do próximo mês protagonizado por Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller.

Resenha: Quadribol Através dos Séculos

Quadribol Através dos Séculos
Autor: Kennilworthy Whisp
Editora: Rocco
Gênero: Literatura Infanto-Juvenil/Literatura Juvenil
Edição: 2001
Páginas: 63
Onde Comprar: SaraivaSubmarino
Skoob 

Sinopse: 

Se você algum dia quis saber como surgiu o pomo de ouro ou por que o time dos ‘Vagamundos de Wigtown’ (Wigtown Wanderers) tem a estampa de um cutelo de açougueiro no uniforme, você precisa ler ‘Quadribol através dos séculos’ (Quidditch throught the ages). Esta edição limitada é uma cópia do exemplar guardado na Biblioteca Escolar de Hogwarts e consultado por jovens fãs do quadribol quase diariamente.

A renda obtida na venda deste livro reverterá para o Comic Relief, que destinará o dinheiro ao seu trabalho de salvar vidas – um trabalho mais importante e mais surpreendente do que a segunda captura do pomo de ouro, em três segundos e meio, por ‘Rodrigo Plumpton’ (Roderick Plumpton), em 1921.

Alvo Dumbledore

 Resenha:

 Essa obra complementar da Saga Harry Potter publicada pela querida Jo Rowling sob o pseudônimo do bruxo Kennilworthy Whisp traz informações bastante ricas e curiosas sobre o universo que envolve o esporte bruxo mais famoso – o Quadribol – suas origens, desenvolvimentos e toda a história que envolve sua criação. Seguindo o mesmo formato de “livro didático” da Biblioteca de Hogwarts, de Animais Fantásticos e Onde Habitam (Newt Scamander) e ainda com uma pequena dose de humor ao mesmo tempo que consegue entreter o leitor.  Acompanhando também várias ilustrações.
 Infelizmente a edição brasileira publicada pela Rocco não seguiu a qualidade das edições da Saga no país e nem das edições originais e americanas, não falando em traduções, já que estas se mantiveram de excelente qualidade mas sim exclusivamente na edição em si, já que é um livro pequeno poderiam ter caprichado mais na edição – no mínimo ter colocado orelhas para as capas.
De qualquer forma é um super item para a coleção de qualquer fã da Saga e só afirma ainda mais a genialidade de Rowling em toda sua magnifíca criação do mundo mágico. Mega indicado.

                                                  Exemplo de ilustração que acompanha o livro.
Outras Capas:

[ATUALIZADO] Resenha: Jogos Vorazes

Autora: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Páginas: 400
Preço: 29,90
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Sinopse:

Katniss escuta os tiros de canhão enquanto raspa o sangue do garoto do distrito 9. Na abertura dos Jogos Vorazes, a organização não recolhe os corpos dos combatentes caídos e dá tiros de canhão até o final. Cada tiro, um morto. Onze tiros no primeiro dia. Treze jovens restaram, entre eles, Katniss. Para quem os tiros de canhão serão no dia seguinte?… Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte! Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?

Resenha:

Jogos Vorazes é aquele tipo de livro que não te deixa parar de ler. Você acaba um capítulo, e fica ansioso para ler o outro, porque Suzanne Collins joga uma bomba a cada fim de capítulo. A cada capítulo que passa o livro fica mais angustiante, te faz sentir o perigo rondando Katniss dentro da arena, O lugar que vai acabar de vez com sua vida, que irá virar sua vida de cabeça pra baixo, o cenário da destruição que será sua vida assim que pisar na Arena. Sim, Jogos Vorazes é quase um livro de terror, thriller.

Mas o grande diferencial é que não há bem ou mal em Jogos Vorazes. O que há são apenas pessoas querendo viver, mas para viver elas tem que matar outros. O que há são pessoas querendo honrar seu distrito. Se você considerar Cato o vilão, então você terá de considerar todos os outros, porque na arena, apenas um pode vencer. É a regra dos Jogos. Se você considerar Cato o vilão, então tecnicamente você está considerando Katniss vilã também.

Em nenhum momento Katniss se refere a Cato, ou a nenhum dos outros distritos como uma pessoa má. Pelo contrário ela entende eles, ela entende que se eles não morrerem, eles terão de matá-la; E é nesse momento que percebemos o quanto o livro é maduro.
Suzanne não descreve muitos personagens, ou melhor dizendo, Katniss não descreve muito os personagens. A “visão” do livro, é a visão de Katniss, narrado em primeira pessoa, então se Katniss não gosta de um, nós somos “forçados” a não gostar dele. O jeito valente e corajoso de Katniss, quase um garoto, foi o que mais me agradou.

Katniss é o tipo de personagem que você admira. Ela é a mocinha diferente. Ela não é do tipo certinha. Ela é valente, corajosa, e ao contrário de outros personagens que a gente vê por aí, ela não é todo o tempo carrancuda, fechada. Ela ri, ela brinca, ela ironiza. Mesmo com a situação que ela se encontra com a família e o distrito, saindo pra caçar escondido. Jogos Vorazes tem seu lado romântico também. Com a entrada de Peeta nos Jogos, um triângulo se forma: Peeta, Katniss e Gale, o melhor amigo de Katniss. Mais pro meio do livro, Katniss e Peeta engatam um “romance” em meio aos Jogos. Amor em meio a guerra. Mas por mais que você ache que ela está apaixonada por Peeta, ela pensa sempre primeiro em sí, depois em sua família, e por último em Peeta. A prova disso, é o motivo da entrada dela nos jogos, o impulso para salvar sua irmã. Não era para a vida dela mudar, e sim a de sua irmã, mas ela mudou isso. Ela ficou no lugar da irmã. No decorrer do livro, mais para o final, conhecemos finalmente Cato.

Cato, me agradou muito. Ele não é o vilão, não enxergo ninguém como vilão que queria matar Katniss dentro da Arena. Pelo contrário, os que se juntaram a ela, foram os que eu sempre desconfiei, como Peeta e Rue. Eles ficaram amigos dela, e sempre passava pela minha cabeça “será que eles são realmente isso que parecem?” Mas sim, eles são. Rue tem um trágico, talvez a pior morte do livro. E Peeta realmente me fascinou. Peeta talvez seja meu personagem favorito. Ele ama Katniss, mas Katniss fica no dilema “amo ou não amo… Gale” . No final do livro Peeta tem uma grande desilusão, com Katniss. O leitor sempre soube o plano de Katniss, mas os outros não. Jogos Vorazes é muito bem escrito, e Suzanne faz um grande trabalho. Quando você acaba de lê-lo, você sabe que vão ser poucos os livros que irão ser tão bons quanto ele.

Resenhista convidado: Yuri Hollanda
Confira a primeira resenha de Jogos Vorazes, clicando aqui

Resenha: A Paixão Segundo G.H.

Sinopse: Romance original, desprovido das características próprias do gênero, A paixão segundo G.H. conta, através de um enredo banal, o pensar e o sentir de G.H., a protagonista-narradora que despede a empregada doméstica e decide fazer uma limpeza geral no quarto de serviço, que ela supõe imundo e repleto de inutilidades. Após recuperar-se da frustração de ter encontrado um quarto limpo e arrumado, G.H. depara-se com uma barata na porta do armário. Depois do susto, ela esmaga o inseto e decide provar seu interior branco, processando-se, então, uma revelação. G.H. sai de sua rotina civilizada e lança-se para fora do humano, reconstruindo-se a partir desse episódio. A protagonista vê sua condição de dona de casa e mãe como uma selvagem. Clarice escreve: “Provação significa que a vida está me provando. Mas provação significa também que estou provando. E provar pode ser transformar numa sede cada vez mais insaciável.”

Informações Adicionais:
Paixão segundo G.H., A
Autor: Clarice Lispector

Editora: Rocco
Gênero: Literatura Nacional/Romance
Edição: 1998
Nº de Páginas: 180

Resenha:
“Crispei minhas unhas na parede: eu sentia agora o nojento na minha boca, e então comecei a cuspir a cuspir furiosamente aquele gosto de coisa alguma, gosto de um nada que no entanto me parecia quase adocicado como o de certas pétalas de flor gosto de mim mesma – eu cuspia a mim mesma…”

Quando mencionamos qualquer obra de Clarice Lispector é explicitamente claro o quão complexa e subjetiva essa leitura se dá, principalmente em seus romances. Mas esse fator não afasta leitores, muito pelo contrário atrai cada vez mais, porque também são apaixonantes e trazem momentos de profunda reflexão e compreensão. A paixão segundo G.H. (1964) é mais um desses romances que atraem leitores por gerações.

Claramente é uma leitura que deve ser aperfeiçoada e amadurecida com o tempo, um recém-leitor não aproveitara o máximo que a obra pode oferecer e facilmente poderá desistir de completar a leitura. Clarice exalta toda a sua inteligência e criativa nessa obra especificamente, com uma complexidade digna de autores consagrados.

G.H. se apresenta como uma mulher desiludida que tenta buscar respostas para as suas decepções amorosas e sobre sua vida. Humildade não é a sua virtude, o tempo a tornou seca e sem sentimentos concretos e a deixou com um enorme medo de se arriscar, de se deixar envolver já que experiências passadas a tinham feito sofrer.

Seu objetivo se torna uma questão de vida ou morte, G.H. precisa desesperadamente encontrar sua função nesse termo entre nascimento e morte, precisa encontrar concretas formas que a façam suportar tudo o que passou e mesmo assim seguir em frente, ó que é preenchido de uma forma singela mas de grande valor.

Ao entrar no antigo quarto de sua empregada ela passa por diversas situações e experiências e tem um choque de consciência quando se da conta da visão que as pessoas tem dela ao ver uma arte feita com carvão na parede do quarto por sua empregada. Isso a transporta para uma grande certeza, sim aquela é G.H., mas não era a G.H. interior e muito menos a mulher G.H., mas sim máscaras tecidas pelo tempo que a tornarem essa mulher rude.

E com o passar do tempo, G.H. conhece a real simplicidade, a real humildade que é na verdade o verdadeiro fator heróico, através de uma barata. Uma barata que traz uma simbologia enorme e retrata o que se precisa ter para realmente conseguir a majestade.

Em A paixão segundo G.H. o leitor viverá uma experiência única enquanto descobre o verdadeiro sentido da vida e o que o ser Deus pode nos influenciar em nossas escolhas. E mais ainda, é essencial que tenhamos uma mão conosco, alguém que possa nos compreender, que não necessariamente afete ou influencie nossas escolhas, mas que esteja apenas ao nosso lado, apenas nos olhando, apenas estando com a gente.

Livros que viraram filmes #6 – A Rainha dos Condenados

Livro:

Em A rainha dos condenados, a escritora americana Anne Rice retoma os personagens que a tornaram famosa e faz o livro de maior suspense e densidade de suas Crônicas Vampirescas. Aqui, há vampiros para todos os gostos. Jovens e delinqüentes, como Baby Jenk, da Gangue das Garra, românticos como Armand e Daniel, estudiosos como Jesse, que investiga para a organização conhecida como Talamasca, a história desses seres estranhos, imortais misturados entre mortais, para quem sangue, sexo e morte são elementos indissolúveis do dia-a-dia. Reunidos em torno de Lestat, eles respondem ao chamado de sua música quase hipnótica e correm, ao longo da narrativa de Anne Rice, um perigo difícil de evitar. É que o som de Lestat desperta Akasha, a mãe dos vampiros, a encarnação da força maléfica feminina, disposta a escolher os justos, entre os vampiros, através de um banho de sangue. Mestra da alquimia entre crueldade e poesia, Anne Rice prova em A rainha dos condenados saber fazer em literatura o que Lestat faz em música. Impossível não segui-la hipnoticamente até a última página.

Filme:

O filme foi rodado em com a idéia do terceiro livro das crônicas vampirescas, um dos pontos que perturba os fãs da serie é o fato de terem deixado de lado o segundo livro da serie Lestat.
Agora quem interpreta Lestat é Stuart Townsend antes Tom Cruise. Lestat agora é um cantor de Rock com a voz de Marilyn Manson que decide por conta própria revelar ao mundo que é um vampiro, sendo assim revoltando os seres que sempre ficaram na escuridão.
O Filme vai bem, para aqueles que gostam dos livros Anne Rice iram gostar, para aqueles que gostam de rock.
O elenco não é super como o primeiro filme, mas consegue fazer o seu papel.

Resenha: Em Chamas

 

Em Chamas é o segundo volume da série Jogos Vorazes, você pode ler a resenha do primeiro volume aqui.

Skoob.

 

Sinopse:  

Depois de ganhar os Jogos Vorazes, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Dessa vez, além de lutar por sua própria vida, terá que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem. Afinal de contas, eles ganharam para si e para suas famílias uma vida de segurança e fartura. Mas há rumores de rebelião entre os distritos, e Katniss e Peeta, para seu horror, são a face da rebelião. A Capital está com raiva. A Capital quer vingança.
 
 Alemanhã e Taiwan
Resenha
Antes da resenha tenho que admitir que jogos vorazes é uma das melhores trilogias da literatura fantástica, quando acabei o primeiro livro fiquei em estado de choque, mas logo me recuperei e fui atrás da versão em inglês, não eu não sei muito de inglês. Enfim eu traduzi e li os primeiros 12 capítulos de Catching Fire(Em chamas), mas acabei deixando de lado o nervosismo e ansiedade e esperei o lançamento no brasil.
Assim que lançado fiz minha namorada me dar rsrs, li o livro rapidamente e novamente fui tomado pela vontade de ler a seqüência…
O livro continue com jogos agora na sua 75ª edição, isso quer dizer o ano do Massacre, e para a infelicidade de Katniss, ela terá que voltar a arena, graças a “lei” que diz que deve ser escolhi os participantes do 3º massacre entre os vencedores ainda vivos, ou seja Katniss volta a arena com vitoriosos e não com crianças como adversários.
O enredo enriquece a cada pagina, a autora e surpreendente em formar novos arcos para a historia, a arena do massacre é inteligente e chega a parecer ter vida propria, com seus novos inimigos e ameaças inimagináveis, não consegui largar o livro por nada.
Uma dica para aqueles que gostam de olhar a ultima pagina: Não leiam a ultima frase antes da hora, isso pode lhe trazer um trauma…
 
Sobre o filme:
A trilogia assinada por Suzanne Collins ganhará adaptação para o cinema, com estreia prevista para março de 2012. Os fãs deKatniss e Peeta deveriam estar felizes.

Russia e Grecia